SERGIO CYRILLO

sergio_cyrillo_2A fotografia começou a entrar na vida de Sergio Cyrillo por acaso, ainda adolescente foi jogador de futebol em grandes times de São Paulo e também era convidado para ser modelo por diversas agências. Em 1997 surgiu um convite para ser sócio de uma grande agencia de São Paulo e então exercia a função de Booker, e em pouco tempo começou a fechar diversos trabalhos. E em um desses trabalhos se viu na necessidade de fotografar, pois o fotógrafo contratado não compareceu ao local combinado, e então teve que fazer as fotos para não perder o trabalho.

Daí em diante não parou mais, procurou se aprofundar e conhecer melhor o trabalho dos melhores fotógrafos do mundo e começou a se aventurar profissionalmente com a arte da sensibilidade que é um diferencial notável no seu trabalho e que o tornou principal fotógrafo da empresa.

Desde então, Sergio passou a fotografar inúmeras capas de revistas, editoriais de moda e campanhas publicitárias. Diversas vezes recusou convites para mudar-se para o exterior, até que um destes convites lhe encheu os olhos, e foi quando decidiu mudar-se com a família para o Japão. Lá atuou por seis anos, se destacando nas principais agencias de moda e publicidade. Com seu talento, estilo próprio e profissionalismo, conquistou o mercado asiático.

Até que ele sentiu que já era hora de retornar ao Brasil. E trazendo na bagagem muito conhecimento adquirido, montou um estúdio com uma super infraestrutura e equipe em uma das melhores localizações de São Paulo. Ao total são 18 anos de profissão, vamos saber um pouco mais sobre este mago da fotografia!


sergio_cyrillo_1VULQUE:
Quando você começou a fotografar e de onde surgiu a ideia?
Sergio Cyrillo: Há exatamente 18 anos atrás por extrema necessidade de atender a um cliente. A falta de profissionalismo de uma pessoa me motivou a ser o profissional que sou hoje. E vi que naquele momento de dificuldade eu estava me saindo muito bem e isso me deixou fascinado pela profissão de fotógrafo e aí comecei a aprender mais e estudar por conta própria, me tornando um fotógrafo alto ditada. Decidi que a partir daquele dia eu iria me aprofundar em conhecimentos da arte da fotografia, por mais que eu nunca tivesse tocado em uma câmera. E me surpreendi pelo resultado que obtive, mesmo estando na era do rolinho de filme (risos).

VULQUE: Porque pessoas com carreiras já estabelecidas se deixam seduzir pela fotografia e migram suas carreiras. Como você enxerga essa mudança?
SC: Hoje em dia vejo várias pessoas tentando mudar de área, mas principalmente pelo fato da facilidade que as câmeras digitais fornecem e acham que vão ganhar rios de dinheiro e não é bem assim. Tem que ter disciplina, estudar muito, se aprofundar e principalmente gostar muito da arte de fotografar.

VULQUE: Quais as maiores dificuldades para um fotógrafo em início de carreira?
SC: Apoio de amigos e familiares, valorização da profissão e concorrência. Até porque muitas pessoas não sabem e nem imaginam o custo de adquirir um bom equipamento e isso acaba dificultando muito.

VULQUE: Quais as áreas de fotografia que você atua?
SC: Atuo em várias áreas da fotografia, mais o que mais gosto de fazer é moda. Mas também faço ensaio sensual, gestantes, crianças, still e publicitário. Eventos eu não faço, mas dentro da minha equipe tenho profissionais especializados.

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VULQUE: Qual o perfil necessário de um fotógrafo? O perfil muda conforme a área da fotografia?
SC: Acredito que não tenha um perfil para trabalhar com fotografia. Este perfil vai se moldando conforme seu progresso profissional.

VULQUE: Existe uma área promissora no mercado da Fotografia?
SC: Existe mercado para todos e mercados promissores. Pets por exemplo, é algo que descobri que gosto de fazer naturalmente por gostar de animais.

VULQUE: Falando um pouco mais de você, o que mais gosta de fotografar?
SC: Gosto muito de fotografar moda, ou seja, modelos principalmente iniciantes, porque vejo a garra desses jovens em querer deslanchar na carreira e saber que eu posso colaborar e ensinar um pouco a eles. Eu acho que sou um contador de histórias e uso a fotografia para isso. É tipo assim, sempre analiso o produto a ser fotografado (pessoas, produtos etc.) e o produto vai me dizer que linha devo escolher. A partir daí minha equipe elabora um briefing, faço uma adaptação de luz exclusiva para o produto usando diversos elementos e até objetos para o resultado final.

VULQUE: O que mais te inspira?
SC: A beleza e o que chamam de feiura, sempre há algo de belo para ser mostrada, mesmo na dita feiura. Na verdade temos que fazer as pessoas se descobrirem e a fotografia permite isso.

VULQUE: Planos para o segundo semestre de 2015?
SC: Diversos: uma exposição, palestras e cursos pelo Brasil a fora, lançamento de produtos e uma coluna na revista Vulque (risos).

VULQUE: Acompanhando o seu trabalho, vejo que além das fotos de style você tem fotografado várias campanhas e artistas. O que você prefere fotografar tem alguma diferença?
SC: A verdade é que meu trabalho principal é focado em campanhas, catálogos e editoriais de moda. E como tenho uma rede de relacionamento grande com empresários e assessores de imprensa, comecei a receber convites para fotografar artistas e personalidades. O que não difere em nada em minha opinião, afinal em meu estúdio, todos são tratados como artistas.

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